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Com autorizador em nuvem AWS, Elo reduz em 74% volume de incidentes

Saiba como a Elo reduziu incidentes e seu impacto financeiro ao migrar um de seus sistemas core para um ambiente em nuvem

Benefícios

de redução no impacto financeiro de incidentes
80%
de queda no volume de incidentes
74%
de redução no tempo de solução de incidentes
96%

Visão Geral

Com mais 42 milhões de cartões ativos, a Elo é uma empresa brasileira de tecnologia de pagamentos. Até o final de 2024, o seu sistema de autorização, fundamental para sua operação, era operado em ambiente mainframe. Naquele ano a companhia tomou a decisão estratégica de migrá-lo para a nuvem, modernizando o ambiente, garantindo mais controle e estabilidade. Ao adotar um ambiente em nuvem que inclui a nuvem AWS, a companhia reduziu em 74% o volume de incidentes, seu impacto financeiro caiu 80% e o tempo de solução caiu 96%.

Sobre Elo

A Elo é uma empresa brasileira de tecnologia de pagamentos, fundada em 2011 pelo Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal. Com mais de 42 milhões de cartões ativos, oferece cartões de crédito, débito e pré-pago, sendo aceita no exterior pela rede Discover/Diners Club.

Oportunidade | Buscando um ambiente moderno e escalável

Após mais de três anos de planejamento, a Elo decidiu internalizar seu sistema de autorização — antes operado em mainframe — visando maior controle estratégico até 2030. A modernização previa a migração para a nuvem com o objetivo de ter acesso imediato a novas tecnologias, contar com equipes capacitadas e ampliar o engajamento do time por contar com tecnologia de ponta, além de trazer mais agilidade ao lançamento de novos produtos e serviços.

Diante desse cenário, uma decisão tomada no final de 2024 trouxe a AWS para o projeto, buscando garantir maior resiliência e desempenho. “Como resultado, nos tornamos a primeira bandeira global a operar 100% em nuvem”, afirma Luis Fernando Martinez, gerente executivo de infraestrutura de TI da ELO, destacando a agilidade e eficiência da nova abordagem.

Solução | Colocando a nuvem no centro do negócio

Diante do curto prazo em razão do encerramento do contrato com o fornecedor de mainframe, a empresa precisou acelerar a implementação de uma arquitetura robusta. A AWS assumiu papel central nesse processo, mobilizando equipes de AWS ProServe e trabalhando em conjunto com os times internos de cloud e engenharia.

Em menos de três meses, toda a estrutura estava pronta para a migração, originalmente prevista para maio, mas antecipada para o fim de abril. “A AWS entendeu e comprou o desafio, e em menos de três meses tínhamos a cloud pronta para a migração”, afirma Martinez.

Durante esse período, foram realizados diversos workshops que contribuíram para a capacitação das equipes e adaptação ao novo modelo. Com a virada do sistema, a empresa se tornou a primeira bandeira do mundo a operar 100% em nuvem, em um ambiente que integra a AWS e outro fornecedor.

Na nuvem AWS, a nova plataforma transacional foi projetada para oferecer alta resiliência, escalabilidade e eficiência operacional. Com recursos de auto escala e autorremediação, o ambiente ajusta automaticamente sua capacidade de processamento e responde a falhas de forma autônoma, garantindo estabilidade mesmo em picos de demanda, como Black Friday e outras datas sazonais, utilizando também serviços AWS como o Amazon Elastic Kubernetes Service (Amazon EKS), Amazon DocumentDB e AWS Key Management Service (AWS KMS).

Resultado | Reduzindo incidentes e impacto financeiro

A migração da plataforma transacional para a nuvem permitiu à Elo eliminar a dependência de fornecedores e de uma arquitetura legada, elevando significativamente a disponibilidade dos serviços. Após a transformação, houve redução de 74% no volume de incidentes, queda de até 80% no impacto financeiro e diminuição de 96% no tempo de resolução. No total, o impacto financeiro com incidentes foi reduzido em até 18 vezes, além de ganhos em eficiência operacional e redução de custos.

Operando em arquitetura em nuvem com AWS, a companhia passou a contar com maior flexibilidade e capacidade de expansão internacional, além de atuar como um hub de pagamentos que integra cartões, Pix, carteiras digitais e criptoativos. A estrutura também ampliou a capacidade de diagnóstico em tempo real e a resiliência do ambiente. “Essa arquitetura nos dá flexibilidade para inovar e escalar novos produtos com agilidade, mantendo a operação resiliente”, afirma Luis Fernando Martinez.

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A AWS entendeu e comprou o desafio, e em menos de três meses tínhamos a cloud pronta para a migração.

Luis Fernando Martinez

Gerente Executivo de Infraestrutura de TI da Elo

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